"Don't wake me up - Lianne La Ravas.mp3

Ultimamente tenho enfrentado o limbo do "resfriamento":
Aquele momento extenso entre o desejo, o encontro e a consumação.
Aquele vazio entre o "até amanhã" e o "nossa, quanto tempo".
Sinto cada dia mais que o processo de afastamento repentino de algumas pessoas são (ou não) atos de defesa a algum laço mais apertado proximo ao peito.
Minha existência ja se consolidou na solidão. Logo, percebo meus momentos de crise menos recorrentes que de pessoas que precisam lidar diretamente com isso após longo processo de partilha ou varios processos de término e novo início.
Ainda não sei dizer se calejei.
Mas de certo... eu nao me sinto sozinho.
Eu tenho a mim.

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