um café, um pouso e novos laços
E quando o sentimento do passado retorna pra cabeça?
Já não superei a dor?
Já não aprendi com os erros?
As vezes o martelo bate no topo da cabeça
E a poeira cega os olhos da memoria que se arremessa num poço sem volta
e rumina tudo o que tava dentro...
Os lábios, os risos, as promessas, os planos...
tudo o que tava embaixo da pedra cheia de musgo...
Esquecido e empoeirado...
Se faz novo, como ontem.. Como o que eu comi pela manhã...
Tão estranha a sensação de seus braços em volta do meu corpo,
seus olhos fugindo dos meus em uma manhã tão nublada
Rumino a semanas o sabor do seu beijo
O toque da sua pele
"seu perfume mudou",
Os tempos mudaram, e o que foi ontem já não existe mais..
Mas aqui eu rumino, o café quente, o pão de milho
O bom dia de trabalho que tive...
Rumino também a poesia
Rumino nossa dança, nossas piras.. Rumino o Escuro
Rumino até o calor da fogueira e sua voz tremula querendo me beijar...
Rumino o primeiro beijo pedido a mim por alguém que quis beijar.
O meu desejo de afeto se consolidou em alguns encontros com cafés e risos
Meu desejo de afeto também se fez presente no reencontro
de mágicos minutos e risos... de um beijo roubado
e mais um trem que fecha as portas e leva seus dedos que se despedem
seu meio sorriso que transparece suas questões...
Entre um vagão e outro meu respiro
Minha calma,
Água salgada, Chuva
uma lua que move minhas má'guas.
Eu devia ser mais resistente a você?
Me afetar menos com seu sopro?
Talvez me afastar de suas loucuras, e deixar de sonhar com seus dias...
Saber que você precisa de um abraço, e sentir seu medo de novos passos?
Devia eu parar de ser assim, de ouvir sua voz no meu jardim, e sentir o cheiro do seu tabaco?
Faz café pra mim?
Sem açúcar, com pão de milho...
Faz isso que tá aqui dentro e talvez suma...
O concavo se torna convexo e assim eu perco o medo de sair na rua
na noite de lua
Que vejo seus olhos pela esquina da minha carne nua,,,
Faz isso?
Deixa eu morar um instante em seu quarto, e me esconder entre os lençóis e todos os artefatos
de suas relações com a vida, com os dias, com retalhos de você que se vão com os dias...
Deixa?
Me sinto um coitado...
Pedindo amor, implorando atenção, mas veja...
O tempo me guiou pra tão longe, e olha a gente ali, na memoria de ontem que rumina nos sertões da minha cabeça... é seca! falta chuva, e quando goteja, é mar.... é mar que me beija...escorre pelos lábios e fica um bocado de historias latejando na cabeça.
Deixa?
Deixa que eu ponha Jabuticabas e canções na sua mesa?
Que te faça poesias e versões de sobremesa,
Deixa que eu cante para os netos dos netos nossa pareia
O popular que uniu as saias...
O tambor que desvendou os olhos
e a Arte que trouxe cor pro palmilhar dos meus sapatos...
Questionava de dor... Acabo pedindo um café, um pouso e novos laços...
Agosto.
Já não superei a dor?
Já não aprendi com os erros?
As vezes o martelo bate no topo da cabeça
E a poeira cega os olhos da memoria que se arremessa num poço sem volta
e rumina tudo o que tava dentro...
Os lábios, os risos, as promessas, os planos...
tudo o que tava embaixo da pedra cheia de musgo...
Esquecido e empoeirado...
Se faz novo, como ontem.. Como o que eu comi pela manhã...
Tão estranha a sensação de seus braços em volta do meu corpo,
seus olhos fugindo dos meus em uma manhã tão nublada
Rumino a semanas o sabor do seu beijo
O toque da sua pele
"seu perfume mudou",
Os tempos mudaram, e o que foi ontem já não existe mais..
Mas aqui eu rumino, o café quente, o pão de milho
O bom dia de trabalho que tive...
Rumino também a poesia
Rumino nossa dança, nossas piras.. Rumino o Escuro
Rumino até o calor da fogueira e sua voz tremula querendo me beijar...
Rumino o primeiro beijo pedido a mim por alguém que quis beijar.
O meu desejo de afeto se consolidou em alguns encontros com cafés e risos
Meu desejo de afeto também se fez presente no reencontro
de mágicos minutos e risos... de um beijo roubado
e mais um trem que fecha as portas e leva seus dedos que se despedem
seu meio sorriso que transparece suas questões...
Entre um vagão e outro meu respiro
Minha calma,
Água salgada, Chuva
uma lua que move minhas má'guas.
Eu devia ser mais resistente a você?
Me afetar menos com seu sopro?
Talvez me afastar de suas loucuras, e deixar de sonhar com seus dias...
Saber que você precisa de um abraço, e sentir seu medo de novos passos?
Devia eu parar de ser assim, de ouvir sua voz no meu jardim, e sentir o cheiro do seu tabaco?
Faz café pra mim?
Sem açúcar, com pão de milho...
Faz isso que tá aqui dentro e talvez suma...
O concavo se torna convexo e assim eu perco o medo de sair na rua
na noite de lua
Que vejo seus olhos pela esquina da minha carne nua,,,
Faz isso?
Deixa eu morar um instante em seu quarto, e me esconder entre os lençóis e todos os artefatos
de suas relações com a vida, com os dias, com retalhos de você que se vão com os dias...
Deixa?
Me sinto um coitado...
Pedindo amor, implorando atenção, mas veja...
O tempo me guiou pra tão longe, e olha a gente ali, na memoria de ontem que rumina nos sertões da minha cabeça... é seca! falta chuva, e quando goteja, é mar.... é mar que me beija...escorre pelos lábios e fica um bocado de historias latejando na cabeça.
Deixa?
Deixa que eu ponha Jabuticabas e canções na sua mesa?
Que te faça poesias e versões de sobremesa,
Deixa que eu cante para os netos dos netos nossa pareia
O popular que uniu as saias...
O tambor que desvendou os olhos
e a Arte que trouxe cor pro palmilhar dos meus sapatos...
Questionava de dor... Acabo pedindo um café, um pouso e novos laços...
Agosto.
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