Rasgo sob os trilhos meu futuro
Não há bem certo destino, um lugar.
Deito entre lençois que não são meus
Entre braços que não são seus
Não mais me sinto em um lar.
As asas que me levam, não mais pousaram
O canto e a poesia, sem destinatário.
Quando foi a ultima vez,
Da colheita das jabuticabas?
A penumbra nos atinge
Há um ciclo pra acabar.
O rio não vai pra onde queremos,
A correnteza cria seu lugar...
Feridas saram com o tempo?
Perdão ensina a caminhar?
Somos poeira neste vento,
Não sabemos onde tudo vai dar.
Nossas memorias são pra sempre.
E a jornada é muito breve.
Não há atalhos pro retorno
Para volta há lugar?
Tantos sinais de que não te esqueço.
As vezes não sei se mereço
As marcas que deixaste, o fio vermelho
Em minha pele a bordar...
Nestes trilhos que me lanço
Reencontro das memórias,
mostram que ainda há
Guardados de você no meu amar.
Não há bem certo destino, um lugar.
Deito entre lençois que não são meus
Entre braços que não são seus
Não mais me sinto em um lar.
As asas que me levam, não mais pousaram
O canto e a poesia, sem destinatário.
Quando foi a ultima vez,
Da colheita das jabuticabas?
A penumbra nos atinge
Há um ciclo pra acabar.
O rio não vai pra onde queremos,
A correnteza cria seu lugar...
Feridas saram com o tempo?
Perdão ensina a caminhar?
Somos poeira neste vento,
Não sabemos onde tudo vai dar.
Nossas memorias são pra sempre.
E a jornada é muito breve.
Não há atalhos pro retorno
Para volta há lugar?
Tantos sinais de que não te esqueço.
As vezes não sei se mereço
As marcas que deixaste, o fio vermelho
Em minha pele a bordar...
Nestes trilhos que me lanço
Reencontro das memórias,
mostram que ainda há
Guardados de você no meu amar.
Comentários
Postar um comentário
Obrigado por Passar
Deixe aqui seu comentário, e volte sempre.