Por ti procuro
Em rastros virtuais
Deixo exposto meu dia a dia
Deixo aberto meus vitrais.
Por ti procuro
Em mãos amigas
Mesmo se vou me ferir
Passo pano, escondo a rima
Pois há medo em lhe atingir
Hoje cacos me cortaram
Meia lua, sol inteiro
Recolhi os meu retalhos
Não existe amor perfeito?
Existe humano, olhar profundo
Caminho estreito, passo fundo
Conversas, risos.
Sempre você!
Eu não estava pronto pra entender.
Em minhas andanças
Café com açucar.
Olhos abertos, entardecer.
Passam as horas, a luz muda
Dedos puidos de escrever.
Minha mesa, sempre cheia
Pra muitos outros tem lugar.
Mas aquele, colado a minha
Esta vazio, a esperar.
Podem dois mudar o mundo?
Três intensificar?
Qual medida: raso ou fundo?
No sabor: Agridoce ou mar?
Meus lençois devo alvejar.
Palo santo acender?
Café pra dois? Mesa pra seis?
Quantas velas devo ter?
Cachoeira, mil palavras
Se calou, e escorreu
Dos meus olhos, Santa Barbara...
Só mãe preta me acolheu.
O destino larguei ao vento.
Elefantes escondi
Na mochila: dor, lamento.
Muitos tombos, me agredi.
Hoje tenho outras histórias
Colecionei canções aqui
Mudei um tanto, aos bocados
Vais achar que eu me perdi.
Em rastros virtuais
Deixo exposto meu dia a dia
Deixo aberto meus vitrais.
Por ti procuro
Em mãos amigas
Mesmo se vou me ferir
Passo pano, escondo a rima
Pois há medo em lhe atingir
Hoje cacos me cortaram
Meia lua, sol inteiro
Recolhi os meu retalhos
Não existe amor perfeito?
Existe humano, olhar profundo
Caminho estreito, passo fundo
Conversas, risos.
Sempre você!
Eu não estava pronto pra entender.
Em minhas andanças
Café com açucar.
Olhos abertos, entardecer.
Passam as horas, a luz muda
Dedos puidos de escrever.
Minha mesa, sempre cheia
Pra muitos outros tem lugar.
Mas aquele, colado a minha
Esta vazio, a esperar.
Podem dois mudar o mundo?
Três intensificar?
Qual medida: raso ou fundo?
No sabor: Agridoce ou mar?
Meus lençois devo alvejar.
Palo santo acender?
Café pra dois? Mesa pra seis?
Quantas velas devo ter?
Cachoeira, mil palavras
Se calou, e escorreu
Dos meus olhos, Santa Barbara...
Só mãe preta me acolheu.
O destino larguei ao vento.
Elefantes escondi
Na mochila: dor, lamento.
Muitos tombos, me agredi.
Hoje tenho outras histórias
Colecionei canções aqui
Mudei um tanto, aos bocados
Vais achar que eu me perdi.
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