Chovendo
Hoje o dia amanheceu em poesia
E gota a gota, transbordei rios de memorias no anoitecer da minha pele
Aos pacotes antigos,
Um novo quarto!
Ao elefantes esquecidos,
Um grande espaço.
Dia a dia tento, juro, busco outro rumo. Novos fatos. Tenho errado, vivido, e errado um pouco mais; será que há errado?
Os rios escorrem, inundam os lençóis, as fronhas, os retratos, os pedaços quebrados e os nós que afrouxam.
Os rios celestes encontraram os rios negros das jabuticabas em meu rosto e hoje só derramaram
Em dó de minuto a minuto
Uma hora
Vários segundos.
Sem graminha,
sem luar.
Chovo o quanto esqueci de pensar.
Sinto o que não consigo transbordar.
Vivo, um por um, sem mais lutar.
E gota a gota, transbordei rios de memorias no anoitecer da minha pele
Aos pacotes antigos,
Um novo quarto!
Ao elefantes esquecidos,
Um grande espaço.
Dia a dia tento, juro, busco outro rumo. Novos fatos. Tenho errado, vivido, e errado um pouco mais; será que há errado?
Os rios escorrem, inundam os lençóis, as fronhas, os retratos, os pedaços quebrados e os nós que afrouxam.
Os rios celestes encontraram os rios negros das jabuticabas em meu rosto e hoje só derramaram
Em dó de minuto a minuto
Uma hora
Vários segundos.
Sem graminha,
sem luar.
Chovo o quanto esqueci de pensar.
Sinto o que não consigo transbordar.
Vivo, um por um, sem mais lutar.
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