Solidão à dois.
Pois é.
Pois...
Dois...
Lagrimas ao relento.
Me sinto só.
Inexplicavelmente.
Por semanas aguardo no olhar.
Na boca molhada o beijo a salivar.
No toque o desmanchar das amarras.
Por semanas.
Encontro a rede.
Disputo com bites de informações codificadas e luzes néon.
Encontro no frio a ausência do abraço apertado.
Mas um seco olhar existe pra me consolar.
Encontro na partida o amargo, a pedra que faz meu barco afundar.
Encontro na dor o motivo de nada esperar, nada procurar. Nada lembrar. Nada de Nada..........
Pois é...
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